Construir e destruir

Cheguei a conclusão de que gosto de construir e destruir. Não sei o equilíbrio entre ambos, mas gosto.

Um dos jogos que mais joguei na vida foi Simcity, mas gostava de construir. Não gostava de habilitar aqueles desastres naturais: ETs, godzilla, furacões, etc.

Depois veio outro jogo que joguei por muito tempo: Age of Empires. Foi o primeiro que joguei no estilo de estratégia em tempo real: primeiro você construia o seu império e depois atacava os impérios ao redor. Eu achava legal construir tudo primeiro, ficar bem forte e depois sair descendo a bolacha nos impérios do lado. Tão bom quanto construir era destruir.

O que isso tem a ver com o meu atual momento? Não sei, mas o passado me mostrou que construí muitas coisas e destruí outras. Construí pela vontade e destruí pela igual vontade. Não me arrependo de nenhuma decisão que tomei na vida. Aprendi com algumas decisões e parte delas foram erradas tal qual qualquer pessoa. Ao invés de me arrepender com o que errei, prefiro optar por aprender com o que errei para aí não errar o mesmo erro novamente.

As vezes precisamos destruir para construir. Existe o processo de construção das mandalas hindus: tão importante quanto construir é destruir. Ao desfazer as mandalas, os monges tibetanos transmitem que não devemos nos apegar a nada e a ninguém. Que tudo é passageiro na vida.

Acho que a real lição é saber aproveitar o momento presente perto de quem amamos.

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